COREGENE - NORDESTE

COREGENE-NORDESTE

COREGENE é o Conselho Regional dos Estudantes de Geografia do Nordeste que é realizado pelo menos quatro vezes por ano,podendo haver um conselho extraordinário, sendo esses conselhos utilizados para construir o Encontro Regional de Estudantes de Geografia do Nordeste-EREGENE. Durante o EREGENE são feitos conselhos extraordinários para avaliar o andamento do encontro. É através do COREGENE que são tomadas todas as decissões a respeito do EREGENE.

Olá, Aglailton! Tentei

Olá, Aglailton!

Tentei procurar teu e-mail ontem, mas não achei. Que achas de resumir estes dois tópicos em um só? Ao invés de colocar COREGENE- NORDESTE e COREGENE-NORDESTE II?

Abraço.

Olá, Renata

Ola Renata, tentei colocar as informações só no tópico COREGENE-NORDESTE, mas nãpo consegui, tentei muito, entao acabei criando outro tópico, e essas informações é pra ta não como comentário, mas como pagina dentro da página principal.

humm

Beleza,

vou tentar falar com algum dos guris que sabem fazer isso.Pode ser? Pq eu tentei, mas fiquei com medo de perder alguma informação. bj

ok, mas qualq tu prefere

ok, mas qualq tu prefere excluir?

Olá, Renata

Renata, se quiser apagar, apague o COREGENE-NORDESTE, depois eu edito o COREGENE-NORDESTE II, pra ficar sem o II.

ATA DO 66º COREGENE-TERESINA-PI

Ata do 66º Conselho Regional dos Estudantes de Geografia do Nordeste – CEREGENE – Teresina – PI (13 a 15 de março de 2009)

DIA 13/03/09

No dia treze de março de 2009 às dez horas e cinquenta e três minutos inicia-se o sexagésimo sexto Conselho Regional dos Estudantes de Geografia do Nordeste – COREGENE, na Universidade Federal do Piauí – UFPI, localizada na cidade de Teresina – PI. Estiveram presentes as seguintes escolas das Universidades do Nordeste: UFPI, UESPI, UEVA, URCA, UFAL, UFBA, FOFOPA. Com a seguinte pauta:

1. INFORMES;
2. FORMAÇÃO POLITICA;
3. CFPGEO;
4. CONEEG – CONEGEO;
5. ESCLARECIMENTOS (EMPRÉSTIMO);
6. PROJETO DO EREGENE;
7. O QUE OCORRER

1 – Informes – Anderson (CEREGENE – URCA/CE) inicia o conselho pedindo aos conselheiros para contextualizar a atual conjuntura do ME em seus Estados e Escolas. Davi (CEREGENE – UFBA) informa que na UFBA está em final de gestão 2008-2009 do C.A que provavelmente o grupo irá mudar, tendo em vista divergências na eleição do DCE e na UNE. Segundo o mesmo, a relação está muito próxima com o departamento de Geografia e afastada da reitoria sem aproximação alguma. O mesmo ressaltou a disposição de ônibus para o Encontro Nacional de Estudantes de Geografia – ENEG na cidade de Curitiba-PR, e na mesma oportunidade falou de sua participação representando a CEREGENE, no Conselho Nacional de Estudantes de Geografia – CONEEG, em Vitória – ES, bem como, da calourada na Universidade Federal de Sergipe – UFS. Destacando como fato importante, a calourada do oprimido, a passagem do filme Milton Santos e ainda ressalta a participação de um professor discutindo sobre os movimentos sociais. Davi diz que o encerramento de sua participação na calourada foi relatando sua experiência no movimento estudantil. Guto (CEREGENE – UFAL) ressalta embates partindo entre o CA de Geografia da UFAL através da elaboração de um questionário para avaliação do curso, na Universidade Federal de Alagoas – UFAL, também fez uma análise do REUNI em relação a falta de professores. Bruno (Bolinho) (UFAL) relata que acontece uma guerra fria de tensões na UFAL, devido à professores concursados estarem prestes a abandonar o curso por haver impasses com órgãos superiores, sendo que esses professores prezam pela formação correta e idônea de geógrafos. Anderson fala sobre o término da gestão do CA da URCA, onde ele ainda é membro, relatando a existência de pessoas interessadas no processo, falou sobre a semana da Geografia intitulada: “Um olhar geográfico sobre o Ceará”. O mesmo ressalta o colóquio da Geografia para questionar a transposição do Rio São Francisco, a viabilidade ou não projeto. Faz uma abordagem sobre a conjuntura nos últimos vinte anos do Encontro Estadual dos Estudantes de Geografia – EEEGE, no Ceará. Ressalta que o encontro deste ano tem como escola sede a URCA, e enfoca que pretendem fazer uma manifestação política, no que concerne à discussão da referida transposição, onde o Crato é um dos principais atingidos. Enfoca a crise existente na Executiva estadual do Ceará, e ressalta que há uma necessidade de questionamentos referentes a esta crise. Outra proposta de ser abordada no encontro estadual é um Grupo de Trabalho discutindo a violência contra a mulher no Cariri. Josi (CEREGENE – UEVA/CE) fala que em 2004 o Movimento Estudantil na UEVA, estava muito forte no momento em que um grupo de estudantes independentes conseguem derrubar um grupo reitorista e governista que aparelhava a entidade durante dez anos, porém em 2007, eles reascendem e assumem o DCE. Desmobilizando e fragmentando o ME da UEVA. A referida gestão encerrou com apenas um membro, e uma auditoria que ainda está em andamento, com a finalidade de investigar o desfalque de mais de quatro mil reais. E ainda cadastrou o DCE, contrariando o estatuto, como uma instituição com fins lucrativos, sem fazer consulta ao Congresso, instância máxima de deliberação. Atualmente assumiu uma nova gestão independente que está tentando reestruturar a entidade, bem como, o ME. Enfoca ainda, que o CAGEO atualmente encontra-se sem gestão, reflexo da atual conjuntura do ME na Universidade. Porém, o ME de Geografia na UEVA, está se reestruturando. Tendo presente na última assembléia mais de oitenta estudantes, considerando assim, um fato histórico, pois a penúltima assembléia convocada para prestação de contas, bem como, avaliação da última gestão compareceram 3 estudantes. Josi ainda ressalta, que através da fala do Anderson sobre a atual conjuntura do ME de Geografia do Estado do Ceará, foi contemplada em relação à crise existente. Laurindo (UFPI), afirma que o CAGEO da UFPI passou por atualizações de gestão com bastante heterogeneidade. E que a gestão efetivamente tomou posse na semana em que se realiza o conselho. Ressalta que também ocorreu no campus a eleição do DCE, havendo uma maior reciprocidade entre os alunos. Disse que ocorreram novas eleições para coordenador do curso, sendo que o coordenador atuante estava devendo em partes, conhecimento na parte burocrática. Falou também da atual crise da falta de professores, sendo que cinco saíram para o doutorado. E conclui dizendo que existem problemas entre professores e coordenação. Natália (UFPI) relata o apoio da coordenação para a realização do EREGENE, e lamenta que o professor mais incentivador saiu para o doutorado, além de que também era coordenador do curso. Ainda enfatiza, a boa participação dos estudantes interagindo de forma direta com o CA, onde o mesmo, mantém uma relação próxima com a Reitoria. Sátiro (UFPI) inicia dizendo que o CA está mais aberto para os estudantes. Jordão (UFPI) diz que a ocorrência de uma palestra sobre o ME fez com que o estudante estivesse mais próximo do ME. Luana (UESPI) ressalta que a nova gestão do CA está tendo mais aproximação com a UFPI para a construção do EREGENE, atuando em pareceria. Ainda relata a crise no DCE da UESPI, sendo que, este DCE tem como forma de arrecadação de dinheiro o lucro das carteiras de estudante, mas afirma que não há nenhum repasse para os CA's. Mhennix (UESPI) fala sobre a organização de um simpósio, e ressalta que não houve repasse de dinheiro da instituição para a construção e concretização do referido simpósio. Diz que não houve reuniões entre os CA's devido a falta de comunicação, mas já começaram a ocorrer. Laurindo relata um fato importante que está ocorrendo relacionado ao rio Parnaíba, ocorrendo um leilão para licitações de hidrelétricas que estão sendo construídas de forma obscura, sem transparência na realização. Ainda nos informes, Davi diz que há uma importância de construir uma forte ligação entre o ME e os sindicatos dos professores no Congresso Nacional dos Estudantes. Começar a construir congressos para licenciados, sendo uma sugestão de pauta.

2 – Formação Política - No período da manhã de sábado ocorreu no auditório da UFPI um curso de Formação ministrado pelo professor mestre Élton, ex-professor da Universidade Estadual do Piauí – UESPI. Com o tema Governo “Obama a luz da crise econômica”.
CFPGEO – Guto inicia a discussão sobre o CFPGEO. Ele ressalta que o Estado a sediar seria o Maranhão, mas este se ausentou do ME, e o curso ocorrerá em dezembro e janeiro de 2010, na UFAL. Fala ainda que o local ainda falta ser definido, tendo duas opções Arapiraca ou Pilar. Segundo ele, os temas a serem abordados seria segurança alimentar, ideologia, luta de classes, criminalização dos Movimentos sociais, meio ambiente e sustentabilidade. Josi fala do 1º CFPGEO que ocorreu em Sergipe, e disse que foi bastante proveitoso e intenso, e que tem uma formatação completamente diferente do EREGENE. Disse que é um momento de discussão, e só irá quem realmente quiser participar dos debates e estudos. Davi diz que é necessário vivenciar o trabalho com o MST, afirmando ser um local ideal para o curso de formação política. Josi coloca que o 1º ocorreu em um centro de formação do MST, e foi bastante interessante está vivenciando e fazendo as tarefas em conjunto com o MST, e ressalta também a importância disto para a nossa formação.

4 – CONEEG/CONEGEO - Davi relata sua ida ao CONEGEO em Vitória e disse que não há uma estrutura lógica na Confederação, para puxar um conselho. O CONEGEO ocorre de maneira atropelada. A gestão se diz participativa, porém ele ressalta que não existe um movimento nacional. E diz que apesar deles se intitularem como Representantes dos estudantes de Geografia nacionalmente, mas não abrangem todas as regiões do país, no momento em que estas não podem intervir em suas ações. Enfatiza que um dos membros da CONEEG, Tarzan, relatou no CONEGEO sua participação no EREGENE de João Pessoa, afirmando que o Encontro é comercial. Davi, ainda fala sobre o relato da CONEEG sobre as atividades do fórum social mundial no Pará, considerando que foi um fórum excludente. A água da comunidade no entorno da Universidade foi cortada em um momento para suprir à necessidade dos participantes, e ainda havia toque de recolher. Foi realizado um “enterro” do fórum ocasionado por essas eventualidades. Ainda sobre o Movimento de Geografia Nacional, Davi ressalta questionamento se há ou não possibilidade de ter alojamento no ENEG de Curitiba, pois acredita-se que a Universidade não tenha estrutura. Não há estrutura científica no encontro, todos os trabalhos são aceitos. Anderson ressalta que não existe gestão na CONEEG, não há convocatória, ou ponto de pauta, não existe ordem das falas, as escolas não atingem todos os Estados. O mesmo ainda fala que o movimento sul e sudeste não é um movimento nacional, apesar deles se intitularem como tal. E o movimento do Nordeste está fracassado, não há deliberação de plenária, e a luta no Crato, é fazer no Ceará um movimento. E ainda Davi, diz que surgiu um site www.geografia.org.br/, portal teórico relacionado à prática para o ME. Ele diz que o CONEGEO e o CONEEG têm que chegar a todas as escolas do Nordeste. Josi questiona esse movimento. E diz que se não é Nacional, será que o ME do Nordeste deve reconhecer a CONEEG como representação? E Davi, coloca que romper com a CONEEG, já seria um ato bastante radical. Ressalta que é necessário abrir um diálogo com a região Norte, pois não tem executiva regional, e nem Encontros regionais nem da Região Norte, e nem Centro-Oeste. Guto diz que a CONEEG é uma entidade estudantil com um aparelhamento diferente das demais.

5 – Esclarecimentos (EMPRÉSTIMO) – Guto apresenta uma carta postada no grupo egene do Yahoo por Hélio – UFMA - Maranhão sobre a questão do empréstimo e justificando sua ausência no conselho. (Carta em anexo). Por falta de um número considerável de escolas presentes nada foi encaminhado sobre esse ponto.

6 – Projeto do EREGENE – Antes de adentrar propriamente no Projeto do Encontro Foram realizadas algumas avaliações sobre o XXV EREGENE de João Pessoa, e dos EREGENE’s anteriores como maneira de tentar corrigir os erros existentes. Davi, relata o esvaziamento do EREGENE, a falta de interesse dos alunos, problema de comunicação, a questão política que não está sendo levada à frente, não tendo nenhuma mesa referente à discussão sobre os Movimentos sociais. Guto diz que o que ocorre no EREGENE são sempre os mesmos problemas, tornando-se uma empresa de fazer turismo com o dinheiro público. Disse ainda, que não existe no Encontro a coletividade. Na plenária final do EREGENE foi discutida a possibilidade da realização do EREGENE ser somente de dois em dois anos para que nesse ínterim haja uma discussão mais ampla e uma reestruturação. Sibelle (CEREGENE – URCA/CE) disse que o propósito dos estudantes no EREGENE tem somente o intuito de ir para as culturais e fazer turismo nas capitais. Guto propôs fazer um bloco de GT’s em uma manhã, e levar a discussão feita para ser encaminhada na plenária. E que seja retirado um momento no EREGENE para que ocorram os COREGENE’s, pois os mesmos ocorrem durante as culturais, fazendo com que haja um esvaziamento. Ainda sugere que seja delimitado um espaço para assembléias de CA’s, Executivas estaduais etc.... Outra proposta seria para que o GDV não fosse necessariamente um dia inteiro, sendo que esta proposta não foi aceita, devido a inviabilidade, pois muito GDV’s pela distância tomam o dia inteiro. Sandréia (UFPI – COMISSÃO ORG.) critica o EREGENE em João Pessoa como um evento desorganizado, influenciando assim, o esvaziamento. A mesma ressalta a importância dos GDV’s. Anderson diz que as questões estruturais não geram resultados para mudar a estrutura que vivemos é preciso repensar um novo projeto de EREGENE para 2010. Anderson ainda sugere o tema Educação do campo, como alternativas de produção política no EREGENE porque não tem sido um processo de discussão política. Sibelle diz que cada Universidade deve preparar os alunos para saber realmente o que vai ser discutido no Encontro. Qual seu dever como estudante. Ressalta também a preparação de delegados. Guto, fala da necessidade das escolas fazerem seus pré-eregene’s. Em algumas questões relacionadas a organização do evento Sandréia fala que haverá uma melhor localização dentro do campus, disponibilizando mapas e colocando em pauta o controle de freqüência. Josi acha muito complicado, pois em outros conselhos já foi abordado a questão da freqüência, e foi percebido que não havia como controlar 75% de freqüência de 2000 inscritos, mas Sandréia disse que já existem programas que podem fazer esse controle. Pablo (UFPI) enfatiza que o uso do Access, ou o uso da pistola através do código de barras, poderá fazer esse controle. Miguel (CEREGENE – URCA/CE) fala sobre fazer um estudo do local onde irá ocorrer o GDV, para que seja divulgado no site, o teor científico do GDV, e não turístico como na maioria das vezes é abordado. Mauel (UFPI) ressalta a importância da prorrogação das inscrições já que as mesmas serão encerradas um mês antes da realização do evento. Mhennix (UESPI) falou da necessidade de restringir as pessoas que não tenham nada a ver com a Geografia, sendo que o encontro é especialmente para estudantes da área. Guto se contrapôs dizendo que a Universidade é um lugar público e seu é acesso livre. Sandréia ressaltou que não pode ser impedida a participação de pessoas alheias no evento, porém podem participar através da inscrição. Guto falou da necessidade de um crachá de identificação para os participantes que são da Geografia, para não ocorrer nenhum problema na assembléia deliberativa onde será deliberada questões pertinentes aos estudantes de geografia e que terão o peso e a voz destes. A preocupação é que pessoas não estudantes de Geografia possam está votando, por estarem inscritos. E o Estatuto deixa bem claro, que só podem votar estudantes de Geografia, sendo deliberado que estudantes de outros cursos terão crachás de outra cor. Sobre o Projeto, Sandréia começou falando sobre a questão financeira. Onde a escola sede começa sem ter nenhum dinheiro em caixa, e assim ressaltou a necessidade de agilizar algumas coisas como o site do evento, que tem que ser disponibilizado o mais rápido possível. Guto falou que a CEREGENE pode disponibilizar uma quantia para os trabalhos, e logo que comecem as inscrições, esse dinheiro seria devolvido. Começa então o debate sobre a problemática das inscrições do Encontro. Sandréia fala da necessidade do evento possuir duas contas em bancos distintos: banco do Brasil e Bradesco, por exemplo. Guto disse para todos que a CEREGENE leu o projeto, e então começou a tecer algumas considerações sobre este. Ele diz que o projeto necessita ainda de muitas correções. Falou que para contemplar todo o coletivo, será necessário montar de imediato durante o conselho um seminário de construção do projeto. Ele falou que a data está de acordo. E que as modificações solicitadas em Feira de Santana foram proveitosas. Mas acha que o tema não pode ter o Chavão Geografia Cultural. Davi propôs que o tema seja relacionado à discussão sobre o local, global, territorialidade. E Anderson então propôs que seja Geografia Cultural: o poder do local frente às relações globalizadas. Onde território, lugar, desterritorialização poderão dar subsídios para discutir a apropriação mercadológica ocasionada pela globalização. Sandréia defendeu o tema: Geografia Cultural: Integrando a Geografia Nordestina, tema este, escolhido pela escola sede, pois para ela, ressalta a importância de discutir o resgate da cultura de cada região do Nordeste, e em especial a do Piauí. Porém, Anderson e Davi travaram uma discussão, onde eles enfatizaram que não há uma Geografia Nordestina, pois os teóricos da região Nordeste não têm uma dada homogeneidade em suas teorias para que possamos dizer que temos uma Geografia Nordestina, e questionaram qual o conceito de cultura. E também a preocupação com o conferencista, pois suscitaram que o mesmo teria um chavão para falar, devido a amplitude do tema Geografia Cultural. A discussão perdurou por quase duas horas, sem que a CEREGENE e a Escola Sede não chegassem a um consenso. E após este tempo ressaltado, os conselheiros entram em consenso e foi deliberado que o tema seja: Geografia Cultural: O poder do lugar frente às relações globalizadas. E então, começou a ser lido o projeto do EREGENE por Guto, este colocou que na Introdução é preciso fazer algumas reformulações, como falar um pouco do histórico do encontro que não contém neste. Iarg propôs que algumas pessoas se ausentassem do conselho para fazer as reformulações solicitadas, pois este alegou que os conselheiros estariam perdendo um tempo enorme, e então foram escolhidas três pessoas para essa finalidade, respectivamente: Davi, Laurindo e Luana. Neste ínterim, foi iniciada a discussão dos objetivos do projeto. Guto devem conter a essência do projeto e como ate o tema deste foi reformulado seria pertinente elencar novos objetivos. Várias foram às mudanças feitas nos objetivos, que podem ser vistas no projeto reformulado. Logo mais foi discutido sobre a programação do evento. Guto trouxe então, uma proposta da UFAL(vide cronograma do projeto). A proposta seria a realização de GT’s encaminhativos após as mesas e que na primeira noite seja realizado um COREGENE como atividade única este seria um espaço de debate dos estudantes de Geografia do Nordeste, e logo em seguida seria realizado a cultural a partir da 22:00h. Sandréia ressalta que no segundo dia da cultural seria interessante que houvesse uma interação da cultura dos outros estados do Nordeste no evento e no terceiro dia seria realizado o Geo-fest. Guto propôs, que os GDV’s devem ter um tempo máximo de oito horas de duração. Anderson falou da importância da análise do espaço a partir das categorias geográficas para a realização dos GDV´s. Davi falou sobre a disponibilidade de um espaço físico para uma oficina, para os demais que não participariam dos GDV´s, idéia esta descartada, pois será assegurada a disponibilidade de vagas para todos os participantes. Foi proposto e aceito a utilização dos cadernos de campo, um pequeno texto feito pelo monitor do campo que conteria o objetivo da visita, o local e algumas informações. A outra proposta do mesmo seria a realização de assembléias das 16h00min até as 18h00min realizadas pelos delegados de cada Universidade, sendo que o jantar se iniciaria a partir das 18h00min até as 19h00min e a partir das 19h00min seriam iniciadas as mesas redondas. No sábado aconteceria o Geo na rua, a escola sede, viabiliza em lançar uma proposta no próximo Conselho. E então, começa a discussão sobre a definição dos eixos temáticos para apresentações de trabalhos e as sugestões de mesas. As sugestões das temáticas de mesas são as seguintes: A questão Agrária 25 anos de MST, Josué de Castro e segurança alimentar, Educação e Currículo dentro dos novos parâmetros da Geografia, Globalização-Crise, Transposição do rio São Francisco, Assoreamento do rio Parnaíba, Desertificação, Movimento Estudantil, Novas territorialidades, Rede Urbana e mobilidade espacial. Os eixos temáticos para apresentação de trabalhos são: Geografia Agrária, Geografia Urbana, Educação e Geografia, Pensamento Geográfico, Geomorfologia/Climatologia, Análise socioambiental, Recursos hídricos, Geografia do turismo, Geografia Cultural, Geotecnologia e Biogeografia. O próximo ponto do projeto foi o orçamento, que teve como base o orçamento do XXV EREGENE realizado em João Pessoa – PB. Sandréia fala que a escola sede tem a pretensão de dividir os Chuveiros do banheiro por box. Emanuelle (UFPI) ressaltou a importância de uma quantidade considerada de chuveiros, pois muitas pessoas não estão habituadas a temperaturas elevadas. Falou ainda, que após a realização do orçamento ficará claro sobre o número de chuveiros, sendo doze ou quinze. Guto, perguntou sobre a iluminação da cultural, sistema de som nos auditórios e palco. Sandréia, falou da possibilidade do DCE financiar o som. Os auditórios da Universidade são equipados com som. Falou ainda, que os gastos com palco será inserida no orçamento geral. Davi, falou da possibilidade de filmar as palestras. Anderson ressaltou a importância das filmagens, pois fica como um registro dos debates e acontecimentos do evento. Sandréia, falou a respeito da disponibilidade de transporte para a coordenação do evento. Sendo que a mesma havia pensado em dois carros e uma moto para a disponibilidade dos coordenadores, e também uma sala para enfermaria. Tentar conseguir uma ambulância e conversar com os estudantes do curso de medicina e enfermagem para o atendimento dos estudantes presentes. João Iarg falou que é importante a disponibilização de camisinhas para evitar maiores constrangimentos. Sandréia falou sobre a alimentação que ocorrerá no RU. E no local haverá café da manhã, almoço e jantar. No GDV será oferecido um lanche. Em relação a equipe de apoio, Sandréia disse que há muitas pessoas. Sobre a cultural, a mesma disse que terão nove bandas. Nesse momento ocorreu uma discussão sobre a participação dos inscritos ou não inscritos nas culturais, e foi encaminhado que essa decisão seja tomada no próximo conselho. Sandréia também falou sobre as despesas previstas em hospedagens, e o aluguel de ônibus que será ainda negociado com as empresas. E em relação às camisas, Sandréia falou sobre a importância de se fazer camisas diferenciadas para a mobilização e apoio, e neste momento ficou decidido que as camisas vão ser no padrão do ultimo encontro, ou seja, todas iguais sedo diferente somente o nome atrás.

7 – O que ocorrer – Nesse ponto foi realizada a avaliação do conselho, iniciando por João Iarg, onde ele criticou a perca de tempo ocorrida nos intervalos. Mhennix disse que o conselho foi mais uma etapa cumprida, pois foi conseguido debater e fechar o projeto. Natália falou que foi muito proveitoso. Sandréia falou que foi muito proveitoso, e que conseguiram resolver muitas questões em relação ao Encontro. Miguel disse que foi muito bom, pois todos conseguiram entrar num consenso em relação ao projeto. Sibelle falou da importância da CEREGENE não perder o contato com a escola sede, e ressaltou que o conselho foi bem produtivo. Guto lamentou a falta de muitas escolas no conselho, e ressaltou que houve um certo desconforto entre CEREGENE e escola sede, no momento em que fomos reformular o projeto. Davi falou que o conselho foi bem familiar, e que a partir disto foi construída uma relação mais integrada. Suinária ressaltou a importância do debate que ocorreu, como sendo imprescindível para um melhor conhecimento do Encontro, porém disse que ocorreu em alguns momentos do conselho uma perca de tempo à discussão de alguns pontos. Anderson alertou para o fato de que os estudantes confundem o EREGENE como a única forma de atuação no Movimento estudantil. E ainda ressaltou a importância de mais escolas estarem participando dos conselhos. Bruno – Bolinho falou que a galera estava empenhada e que deu para fazer um forte debate sobre o tema do encontro. Josi agradeceu aos piauienses, e falou que o ponto fraco foi o reduzido número de escolas, e ainda ressaltou que para o próximo conselho seja implementada uma metodologia que garanta as falas dos conselheiros. Laurindo falou que foi importante a produção que ocorreu no conselho. O último ponto a ser debatido foi a candidatura da escola que sediará o próximo conselho. E então, Guto começou falando da proposta que foi colocada por Hélio (carta em anexo). Onde, ele solicita que seja lançada a candidatura do Maranhão. E isto, é colocado em discussão, surgindo alguns questionamentos de que seria legitimo lançar a candidatura de um Estado? Quem estava se candidatando? A UFMA? Diante da não objetividade da candidatura, os conselheiros consensualmente optaram por não lançá-la. Em seguida, Guto lança a candidatura da UFAL, e propõe que o conselho seja realizado no período de 22 a 24 de maio de 2009. Diante disto, a UFAL foi escolhida por unanimidade como escola a sediar o próximo conselho.

COREGENE

COREGENE é o Conselho Regional dos Estudantes de Geografia do Nordeste que é realizado pelo menos quatro vezes por ano,podendo haver um conselho extraordinário, sendo esses conselhos utilizados para construir o Encontro Regional de Estudantes de Geografia do Nordeste-EREGENE. Durante o EREGENE são feitos conselhos extraordinários para avaliar o andamento do encontro. É através do COREGENE que são tomadas todas as decissões a respeito do EREGENE.
A CEREGENE- Coordenação Executiva Regional de Estudantes de Geografia do Nordeste é quem puxa os COREGENE's. A CEREGENE representa o conjunto dos estudantes de Geografia em todos níveis de ensino do Nordeste, em todos os âmbitos e eventos e ainda promover a integração dos estudantes ao movimneto estudantil regional.
A CEREGENE é composta por:
1- Um coordenador geral e suplente
2- Um secretário gral e suplente
3- Um coordenador de imprensa e suplente
4- Um coordenador de finaças e suplente
5- Um coordenador de cultura e suplente
6- Um coordenador de pesquisa e suplente

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